Editorial 31-01-2017
Ordem e Ética

Perfazem este mês seis anos desde o dia em que tomei posse no Conselho de Deontologia do Porto da Ordem dos Advogados. Foram três anos como vogal e outros três anos como Vice-Presidente.

Tive a honra de ter sido eleito para tais cargos pelos meus pares e tentei tudo fazer os desempenhar com empenho, isenção, independência e dedicação.

Julgo que os Conselhos de Deontologia são os órgãos da Ordem que Colegas mais devem proteger, “acarinhar” e defender, pois eles representam a nossa auto- regulação, são o baluarte da defesa dos valores da nossa profissão, o panteão da nossa deontologia.

Esta experiencia de seis anos permite-me garantir-vos que este órgão é composto por excelentes advogados, sábios, justos e experientes, que não assumem posições de facção, políticas, pessoais ou corporativas: a melhor forma de defender os Advogados – não é protegendo – mas punindo os infractores.

Foram seis anos de entrega e dedicação, com sacrifico da Família, da minha Sociedade de Advogados e dos períodos de lazer.

Dou como ganho o “tempo perdido”. Volto mais rico, maduro e feliz por ter, com humildade, servido a minha – a nossa – Ordem dos Advogados.


Artigos relacionados

Quer fazer parte da equipa?

Ser advogado na Nuno Cerejeira Namora, Pedro Marinho Falcão & Associados é um desafio e uma oportunidade para quem quer abraçar uma carreira na advocacia.